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Presidente Bolsonaro virá pescar em Santa Catarina na próxima semana



Bolsonaro confirmou a apoiadores que virá a Santa Catarina ainda este mês. A viagem é a passeio, e o destino é São Francisco do Sul – um roteiro que tinha sido previsto para o mês passado, quando o presidente participou da formatura dos novos agentes da Polícia Rodoviária Federal (PRF) em Florianópolis.


O assunto veio à tona durante uma conversa informal entre Bolsonaro e militantes, na entrada do Palácio do Planalto. O vídeo acabou viralizando porque, durante a conversa, o presidente fez piada envolvendo coronavírus e o tratamento com ozonioterapia, anunciado por Itajaí para pacientes com Covid-19 - sem comprovação cientifica.


Bolsonaro deve chegar no dia 18 de dezembro, próxima sexta-feira, e permanecer em São Francisco do Sul por cinco dias. A previsão é que parta no dia 23, às vésperas do Natal.


O presidente ficará hospedado no Forte Marechal Luz, base histórica sob administração da 5º Divisão do Exército Brasileiro. No local há 38 apartamentos e nove casas para militares, divididos por patentes. Duas dessas casas são específicas para receber generais.


Bolsonaro vem a Santa Catarina a lazer para praticar pesca esportiva, a convite do secretário Nacional de Aquicultura e Pesca, Jorge Seiff Junior, que é de Itajaí. Seiff confirmou a viagem à coluna, e disse que deve acompanhar o presidente.


Hospedar-se em bases militares a passeio é um hábito do presidente da República. Em dezembro de 2019, por exemplo, ele escolheu a base naval de Aratu, na Bahia, para passar o Réveillon. Contrariando os protocolos oficiais, Bolsonaro saiu da base para um ‘passeio turístico’ em Salvador.


Por enquanto, não há informações de que o presidente cumprirá agenda oficial de compromissos em Santa Catarina.


A pescaria em São Francisco do Sul ocorre em um momento de pressão em Brasília. Os estados cobram do Ministério da Saúde mais agilidade no detalhamento do plano nacional de imunização e na aquisição de vacinas contra a Covid-19. O país tem, até esta sexta-feira (11), 6,7 milhões de pessoas infectadas pelo novo coronavírus, e mais de 179 mil mortes.


Por Dagmara Spautz

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