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Mulher de Itajaí que mora nos EUA descobre que filha de 9 anos é superdotada




Uma criança superdotada. A catarinense Bruna Büchele, de Itajaí, descobriu que a filha Laura, de apenas 9 anos, tem elevadas habilidades intelectuais. A menina entrou para Mensa, uma entidade internacional que reúne pessoas com elevado QI. Bruna descobriu a capacidade da pequena na escola, nos Estados Unidos, onde a família mora atualmente. A partir de então procurou ajuda para entender como agir.


Nessa busca encontrou o neurocientista e psicanalista Fabiano de Abreu, que também é integrante da Mensa. Laura estuda agora em uma classe para crianças com habilidades diferenciadas, como os superdotados. — Essa identificação precoce define o futuro da pessoa. Quando a criança e a família têm a consciência das habilidades, pode usar isso a seu favor no desenvolvimento e se tornar um adulto diferenciado — explicou Fabiano.



Laura foi identificada pela psicóloga da escola, já que nos Estados Unidos há cuidados nas unidades de ensino, mesmo nas públicas, em relação a essas crianças. Alguns fatos que despertaram a atenção dos professores foram o desempenho diferenciado em sala de aula. Ela era a primeira a acabar as atividades, ficando ociosa. A professora oferecia outra tarefa e Laura concluía também.


A inteligência, claro, não muda o fato de Laura ser uma criança. E como toda criança, ela brinca muito. A mãe tenta dosar infância, limites e incentivos, já que até nos momentos de diversão a menina cria regras intermináveis, o que exige paciência dos pais, que precisam dar limites sem oprimir as habilidades. A percepção diferenciada do mundo faz com que seja perfeccionista, o que gera estresse e ansiedade.



— Quando explico algo, ela sempre faz muitas perguntas, preciso embasar tudo, ela tem necessidade de saber os detalhes e eu me desdobro também para entender o assunto e poder explicar — conta Bruna.


Laura lê livros, usa a internet para aprender, joga pouco e faz muitas perguntas sobre tudo. Mesmo podendo pular etapas, os pais preferem que ela siga o calendário escolar, que já é voltado para crianças com elevado QI.


Por Bianca Bertoli



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